sábado, 6 de junho de 2015

Grande Rota do Côa - Dia 1

Como optei por começar a rota na nascente, no dia 5 de Junho dirigi-me para a zona raiana do Sabugal, mais concretamente para a aldeia que ficava mais próximo, Foios, a escassos kms da fronteira com Espanha. Deixada aqui a viatura, depois segui já a pé para a serra das Mesas, primeiro pela estrada de asfalto e depois por caminhos agrícolas e da serra, tendo o cuidado de não ir pelos trilhos que havia de fazer na volta pela GRC, para não repetir.
O rio nasce na serra de Mesas a 1165m de altitude, na forma de uma fonte que brota um fio de água fresca e límpida.


Nesta fase inicial o percurso é comum ao PR3 do Sabugal: A nascente do Côa. Vai descendo a serra por percursos de pé posto e caminhos agrícolas, ora por entre blocos de granito, ora por bosques e pastagens.


Existem vários moinhos e açudes nesta secção. É também possível ir até às praias fluviais de Foios e de Vale de Espinho, mas onde eu não fui por ser o 1º dia e querer fazer kms.
Nesta tarde havia de passar o pontão das Poldras, junto do qual existe o moinho do Rato.

Pontão das Poldras

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Grande Rota do Côa - Dia 0

Desde a sua génese que a Grande Rota do Côa passou a constar da minha bucket list. A Associação Transumância e Natureza (ATN) , o cérebro e mentor deste projecto de ligar a nascente do rio Côa à foz por percurso pedestre, de BTT e equestre, bem o pensou e melhor o executou, implementando no terreno a sinalização no espaço de 1 ano, estando agora aberta a todos que dela queiram usufruir e em pleno funcionamento.
O equipamento que usei foi o seguinte:

Mochila de trekking Lowe Alpine AirZone Quest 37
Botas de caminhada Salomon Conquest GTX
Campismo: tenda Gelert Solo 1 person tent (waterproof), saco-cama, almofada, esteira

Acessórios de higiene, escova de lavagem de roupa e detergente
Meias, toalha, roupa interior
Garrafa de água, guarda-chuva
GPS: Garmin Dakota 20
Máquina fotográfica: Sony DSC-HX20V